domingo, 28 de dezembro de 2008

Assuntos Diversos: Envenenamento do Rio Paraíba do Sul

Era uma linda manhã! Praticava minha caminhada pela Beira Rio, quando ao longe avistei uma grande aglomeração de pessoas, pensei comigo, será algum evento? Não poderia ser porque a obra não havia terminado.
Quando estava próximo do local, já dava pra ouvir burburinhos e sentir o cheiro forte de peixaria que tomava conta de toda área. Eram centenas de peixes as margens do rio mortos covardemente pelo descaso e a falta de responsabilidade de gente inescrupulosa de uma certa Empresa da Cidade de Resende.
O visual lembrava as práticas de extermínio usada por um País contra um povo na Segunda Grande Guerra e dando pra imaginar por um lado positivo cenas do Milagre dos Peixes se estivessem vivos.
Mais adiante em algumas arvores, cartazes enormes contra a Empresa responsável pela tamanha atrocidade que chamava a atenção das pessoas que alí caminhavam e quanto mais prosseguia mais surpresa eu tinha.
Uma grande exposição feita por moradores da redondeza para quem quisesse ver, eram várias
espécies que mediam mais de um metro de comprimento, talvez muitas raras que eu jamais imaginaria que existisse neste velho Rio Paraíba do Sul.
Sem falar de outras espécies como: Plantas aquáticas, aves, capivaras e outras desconhecidas que viviam as margens do velho Rio, até arvores não resistiram o inseticida.
Um Jornal local editou uma matéria sobre o assunto e lá dizia que foram 8 toneladas, já imaginaram? E disse também que nunca viram ninguém pagar por crime ambiental, é mole?
A multa máxima seria de 50 milhões, mas como a Empresa está ruim das pernas, caíram pra 30
milhões.
Parece até historinha né? Mas é a pura realidade de um capitalismo selvagem.
É por isso que eu.............................................
Cont.
(Odlav Udo)

quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

Poesias, versos e pensamentos: FAÇO DA SOLIDÃO

Faço da solidão o meu palco
E pelas frestas da janela
Os olhos da madrugada
Me observam
E as estrelas silenciosamente
Me aplaudam

Faço da solidão o meu par
E pelas trilhas dessa odisséia
Os olhos dele lá de cima
Me observam
E as bençãos silenciosamente
descem sobre mim

(Odlav Udo)

Poesias, versos e pensamentos: Sem título

"DEUS existe! O Amor é o seu agente".

(Odlav)

Poesias, versos e pensamentos: Sem Título

"Enquanto uns têm todo um Porto Seguro como prazer, outros têm somente a beira do cais como um norte prá não se perder."
(Odlav Udo)

Assuntos Diversos: O Verdadeiro Mestre dos Mestres.

Em primeiro lugar, quero desejar a todos um feliz Natal e um próspero Ano Novo. E jamais deixar de fazer um comentário nesta data que pra mim é a mais importante para o povo Cristão, já tendo freqüentado a Igreja Metodista por mais de quatro anos e feito um ano de Teologia na Assembléia de Deus, tenho por obrigação fazer um comentário sobre o verdadeiro Mestre dos Mestres, o único Rei que não precisou de espadas para suas conquistas, ele apenas venceu pregando o Amor.
Através da história, os cristãos têm sido conhecidos como “o povo do livro”. Hoje, porém, muitos cristãos ignoram, lamentavelmente, os fatos mais básicos sobre a vida de Cristo. Os seguidores de outras religiões, tais como o islamismo, ficam muitas vezes admirados dessa ignorância. Eles dizem: “Se vocês cressem realmente naquilo que afirmam crer sobre Jesus, teriam então, com certeza, aprendido a história da Sua vida em seu Livro Santo, como nos conhecemos o Alcorão!” Mas, infelizmente para muitos, este não é o caso. Precisamos nos lembrar, no final de nossos estudos sobre a vida de Jesus, o Servo Poderoso e o Salvador Poderoso, de que mal começamos a explorar as profundezas de nosso assunto. Estamos em boa companhia, entretanto! O apóstolo João encerrou seu evangelho dizendo apenas isto:
(Odlav Udo)

“Há, porém, ainda muitas outras coisas que Jesus fez. Se todas elas fossem relatadas uma por uma, creio que nem no mundo inteiro caberiam os livros que seriam escritos.”
(João 21.25)

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Poesias, versos e pensamentos: SIMPLESMENTE

É Simplesmente!
Um dia colírio
No outro os lírios
E as vezes delírios

Eu Simplesmente!
Só rio
Do rio
Não nado
No nada

Eu Simplesmente!
Me afogo...............
.....................

(Odlav Udo)

domingo, 21 de dezembro de 2008