O importante na vida, não é chegar na terra prometida.
É no decorrer da vida, viver o sonho de chegar até ela!
Odlav Udo
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Assuntos Diversos: OBSERVANDO...
O nosso planeta está a beira do caus.
Mesmo assim, o mundo apesar de caído, não existe só tristeza e miséria. Se repararmos a nossa volta, na própria natureza há mensagens de esperança e conforto. Por exemplo: Há flores sobre os cardos, e os espinhos acham-se cobertos de rosas, os passáros enchem com música o ar, as flores impregnam os ares de perfumes; Obra de Deus, e desejo de tornar tudo lindo, maravilhoso e armonioso.
Odlav Udo Avlis
Mesmo assim, o mundo apesar de caído, não existe só tristeza e miséria. Se repararmos a nossa volta, na própria natureza há mensagens de esperança e conforto. Por exemplo: Há flores sobre os cardos, e os espinhos acham-se cobertos de rosas, os passáros enchem com música o ar, as flores impregnam os ares de perfumes; Obra de Deus, e desejo de tornar tudo lindo, maravilhoso e armonioso.
Odlav Udo Avlis
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Poesias, Versos e Pensamentos : NUMA FRIA
Em tua companhia
As minhas noites
Estão se tornando frias
Como o sangue frio
Que corre em suas veias
Quero escalar essas montanhas de geleiras
Até o pico congelado do teu coração
E com o calor do meu corpo
Derreter todo esse gelo estagnado
No interior do teu,
Seguir pelos caminhos de suas veias
Por esse extenso rio de sangue frio
E num plano de estação
Fazer desse teu inverno
Noites de pleno verão,
Em seguida desaguariamos como mesopotâmia
Nesse teu rio de sangue frio
Num lindo encontro de veraneio,
Mas estou me vendo me vendendo
Aos caprichos das idéias minhas
Movendo-me como areias movediça,
Envolvendo-me nestas complicadas teias
Ou prestes a me afogar
Num oceano de devaneios
Mesmo assim,
Quero ficar numa fria
Em tua companhia
Odlav Udo
As minhas noites
Estão se tornando frias
Como o sangue frio
Que corre em suas veias
Quero escalar essas montanhas de geleiras
Até o pico congelado do teu coração
E com o calor do meu corpo
Derreter todo esse gelo estagnado
No interior do teu,
Seguir pelos caminhos de suas veias
Por esse extenso rio de sangue frio
E num plano de estação
Fazer desse teu inverno
Noites de pleno verão,
Em seguida desaguariamos como mesopotâmia
Nesse teu rio de sangue frio
Num lindo encontro de veraneio,
Mas estou me vendo me vendendo
Aos caprichos das idéias minhas
Movendo-me como areias movediça,
Envolvendo-me nestas complicadas teias
Ou prestes a me afogar
Num oceano de devaneios
Mesmo assim,
Quero ficar numa fria
Em tua companhia
Odlav Udo
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Assuntos Diversos: COMENTÁRIO
Acontece tantas desgraças e injustiças no mundo, que as vezes perguntamos porque Deus permite tantas atrocidades?
Se voltarmos na história, entenderesmos tudo isso num livro, que pra mim é o maior dos Best Seller do mundo.
Ele permitiu que o cara mais puro e inocente que já se passou por essa terra, fosse pendurado numa cruz durante horas, sob um sol escaldante e morto com dores insuportáveis.
Agora raciocina comigo! Por que nos, pobres mortais e pecadores , não podemos sentir dores, que em comparação com as dele, não significa nada e as vezes até somos merecedores.
Odlav Udo
Se voltarmos na história, entenderesmos tudo isso num livro, que pra mim é o maior dos Best Seller do mundo.
Ele permitiu que o cara mais puro e inocente que já se passou por essa terra, fosse pendurado numa cruz durante horas, sob um sol escaldante e morto com dores insuportáveis.
Agora raciocina comigo! Por que nos, pobres mortais e pecadores , não podemos sentir dores, que em comparação com as dele, não significa nada e as vezes até somos merecedores.
Odlav Udo
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
Assuntos Diversos:
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Poesias, Versos e Pensamentos: FIM DE FESTA
Com todo Glamour
De uma noite de festa!
Na determinada hora
Tudo na balada se acaba
O silêncio se manifesta
Anunciando o fim da festa
Com presença de zumbindo
Nos ouvidos alucinados
Da farândola da madrugada
Pessoas angustiadas
Mesas bagunçadas
Cadeiras desarrumadas
Garrafas esvaziadas
No meu copo já nem tinha mais nada
E no meu interior
Um vazio também se encontrava
Com todo Glamour de uma noite
Às vezes no fim da festa
A solidão é tudo o que me resta
Odlav Udo Avlis
De uma noite de festa!
Na determinada hora
Tudo na balada se acaba
O silêncio se manifesta
Anunciando o fim da festa
Com presença de zumbindo
Nos ouvidos alucinados
Da farândola da madrugada
Pessoas angustiadas
Mesas bagunçadas
Cadeiras desarrumadas
Garrafas esvaziadas
No meu copo já nem tinha mais nada
E no meu interior
Um vazio também se encontrava
Com todo Glamour de uma noite
Às vezes no fim da festa
A solidão é tudo o que me resta
Odlav Udo Avlis
sábado, 4 de dezembro de 2010
Assuntos Diversos: DIVULGAÇÃO (Livro de Pesia) II
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